Onze soluções que podem ser contratadas isoladamente ou combinadas.
A escolha depende do momento da organização e do que a norma exige em cada caso. Nem toda empresa precisa de tudo — e nenhuma resolve a NR-1 só com formação.
Diagnóstico, plano de ação, monitoramento e registro. É o que a NR-1 chama de gerenciamento de riscos, e é o que a fiscalização verifica.
Ver a consultoria NR-1 →Palestras, oficinas, formação e atendimento fortalecem a prevenção e mudam a cultura — mas não caracterizam, sozinhos, o gerenciamento de riscos.
Mapeamento dos 13 fatores de risco psicossociais com instrumento quantitativo validado, com entrevista qualitativa e matriz de risco.
Construído sobre o que os dados mostraram: prioridades, cronograma, responsáveis e formas de aferição — não um catálogo pronto.
Condução técnica de conflitos entre pessoas, times ou lideranças, com mediadores formados — restabelecendo a relação de trabalho antes que ela vire processo.
Encontros de sensibilização sobre saúde mental, assédio, gestão de conflitos e riscos psicossociais, adaptados a cada organização.
Trabalho prático em grupo: clima organizacional, comunicação, gestão de tempo e ansiedade, pausas conscientes e cultura de cuidado.
Escuta empática, feedback, mediação de conflitos e reconhecimento — a liderança é o principal fator de risco e de proteção.
Construção e revisão de políticas de jornada, férias, cargos, funções e promoções — as regras que organizam o modo de trabalhar.
Estruturação alinhada ao ESG, com fluxos de apuração, responsabilidades definidas e evidências auditáveis.
Espaços de escuta, acompanhamento de equipes em crise e intervenção pós-evento, conduzidos por psicólogos e psicanalistas da rede.
Acompanhamento mensal dos 13 fatores exigidos pelo Ministério do Trabalho e Emprego, com painel de evolução, alertas e relatórios prontos para o PGR e a AEP.
Canal anônimo e seguro, com protocolo, triagem técnica e chat bidirecional. Exigência legal para empresas com CIPA.
Conhecer o Phos →Os formatos podem ser escolhidos ou reunidos conforme o público, o objetivo e a realidade da organização. O desenho final sai do diagnóstico — por isso não há pacote de prateleira nem preço de tabela.
Ter esses pontos em mãos acelera a primeira conversa.
Uma conversa inicial ajuda a reconhecer o momento da organização e definir por onde começar. Sem compromisso e sem proposta pronta.