O ativo mais caro da sua empresa não está no balanço.
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Toda organização contabiliza máquina, imóvel e estoque. Nenhuma contabiliza aquilo que de fato gera o resultado: a capacidade cognitiva e emocional das pessoas que trabalham nela. Foi para nomear esse ativo invisível que o conceito de Brain Capital foi formulado e levado ao Fórum Econômico Mundial — não como pauta de bem-estar, mas como pauta de economia.
Se o valor da sua empresa é produzido por atenção, julgamento, criatividade e relação entre pessoas, então o ambiente de trabalho não é cenário: é infraestrutura produtiva. Um ambiente que consome sono, corrói confiança e gera doenças mentais está degradando o ativo que sustenta o negócio — mesmo que nenhum indicador financeiro mostre isso no trimestre.
Não se colhe de solo esgotado. Programas pontuais de bem-estar tratam a planta; a gestão de riscos psicossociais trata o solo. É essa a diferença entre uma ação de endomarketing e uma intervenção que muda indicador.
A NR-1 é a primeira norma brasileira a exigir que a empresa gerencie esse terreno. Ela transformou Brain Capital, de conceito econômico, em obrigação legal.
O levantamento mais recente da Organização Internacional do Trabalho sobre o ambiente psicossocial de trabalho.
Jornadas longas, insegurança no emprego, alta demanda com baixo controle e assédio estão entre os fatores que a Organização Internacional do Trabalho associa a perda de saúde em escala global — com efeito mensurável sobre a economia.
Afastamentos, rotatividade, absenteísmo e queda de produtividade já estão no seu resultado — só não tinham nome. Desde 2024, gerenciá-los deixou de ser boa prática e passou a ser obrigação legal, com documentação exigida.
“Todas as organizações devem avaliar e controlar todos os perigos e riscos existentes na organização, incluindo os decorrentes de fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho.”
Contratadas isoladamente ou combinadas. Cada frente atende a uma exigência específica da norma e a uma necessidade real da operação.
Ver todas as soluções →Os estudos do Radar e os guias práticos sobre NR-1, riscos psicossociais e saúde mental no trabalho. O acervo é aberto a quem faz parte do Hub: um cadastro rápido e tudo fica liberado.

Três dimensões para perceber por onde anda o seu cansaço: a energia que não volta, a distância que cresce e o sentido que se esvazia. Não é teste nem diagnóstico: a resposta fica com você.

Os treze fatores que o Ministério do Trabalho lista, traduzidos em frases concretas para marcar — e o que fazer com o que você marcou. Nada é enviado: a resposta fica com você.

O que a empresa consegue ver antes do afastamento, quais indicadores denunciam o esgotamento e quais fatores da NR-1 o produzem.
O Hub da (C)alma nasceu do encontro entre duas trajetórias: +25 anos de vivência corporativa e +20 anos de pesquisa científica aplicada ao bem-estar e comportamento humano. Essa combinação define como trabalhamos — nem consultoria que só entrega planilha, nem clínica que ignora a realidade da operação.
Somos certificados para promover a adequação de empresas à NR-1, com metodologias e instrumentos baseados em ciência. O diagnóstico usa dados quantitativos; o laudo é técnico e assinado; o plano de ação é construído sobre o que os dados mostraram, não sobre um catálogo pronto.
A maior parte do mercado responde à norma com planilha e laudo. Nós tratamos a causa — os fatores organizacionais que produzem o adoecimento, e que a própria norma obriga a empresa a gerenciar na fonte. Por isso o trabalho não termina no documento: continua no monitoramento, na formação da liderança e na revisão das políticas.
Atuamos com uma rede multidisciplinar de psicanalistas, psicólogos organizacionais, advogados e mediadores de conflito — porque risco psicossocial não é um problema só de RH, nem só jurídico, nem só clínico. São os três ao mesmo tempo.
A NR-1 tornou o gerenciamento desses riscos obrigatório para toda organização com empregados — inclusive micro e pequenas empresas.
Um diagnóstico técnico mostra quais fatores estão elevando o risco na sua operação, onde eles se concentram e que medidas a norma exige em cada caso. Você recebe relatório técnico, recomendações e plano de ação com cronograma — prontos para compor a documentação de gerenciamento de riscos.
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